Não é de hoje que bitcoin e criptoativos emergentes como NFTs (sigla em inglês para Token Não Fungível) estão atraindo a atenção e o investimento de marcas de beleza. A forma como essas ferramentas estão sendo usadas na indústria pode fornecer pistas sobre o futuro da beleza B2B e B2C, à medida que os mercados globais continuam a migrar para o digital e a aceitar transações criptografadas.
Moedas virtuais, como o Bitcoin por exemplo, figuram como o nono ativo mais valioso do mundo em valor de mercado. Existem agora mais de 6.700 criptomoedas no mercado público e elas funcionam usando uma tecnologia descentralizada chamada blockchain, que rastreia e gerencia as transações.
O blockchain não é um conceito novo. Ele surgiu em meados de 2008 para tornar viável o uso do bitcoin, fazendo com que cada moeda chegue ao seu destino, pois as transações são armazenadas em blocos criptografados e seguros.
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No Brasil, a novidade tem chamado a atenção de empresas do setor de cosméticos. Gigantes como Natura se uniram a grandes marcas como Henkel, Basf e Braskem para criarem uma moeda digital para recompensar materiais de reciclagem.
As empresas formaram a Fundação Espaço Eco, que vai coordenar o uso de blockchain para certificar as cadeias de fornecimento de materiais de reciclagem. A fundação planeja o lançamento da reciChain, uma criptomoeda emitida na blockchain para certificar e recompensar os usuários pela produção de material reciclável.
LOGÍSTICA
Quando pensamos no blockchain aplicado nas indústrias cosmética e farmacêutica, a logística é a parte da cadeia que mais tem a ganhar com essa tecnologia. Com ele é possível criar, registrar e acompanhar os mais diversos mecanismos de rastreabilidade, realizando trocas de informações como autenticidade e validade.
Além disso, o blockchain oferece maior segurança, principalmente quando a informação é trocada entre várias pessoas, pois elas ficam criptografadas dentro do padrão escolhido.
Fonte: Coin Telegraph, Beauty Business Journal e portal Boas Práticas
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