A percepção de que os biobancos são apenas repositórios de amostras biológicas foi tema central da segunda edição do Biobank Brazil Summit 2025. O evento, realizado no dia 09 de setembro, em São Paulo, teve como proposta evidenciar o potencial desses acervos como ativos estratégicos para a inovação. Promovido pela NürnbergMesse Brasil, o encontro reuniu especialistas e líderes do segmento para discutir o futuro dos bancos de material biológico no país - que incluem materiais e dados associados derivados de humanos, animais, plantas e microrganismos.
Com o tema “Do Armazenamento à Estratégia”, o evento propõe uma reflexão sobre como os biobancos podem ir além da função de armazenamento de amostras e dados. A iniciativa visa transformá-los em ferramentas estratégicas para a pesquisa, biotecnologia e inovação em áreas como saúde, agricultura, meio ambiente e biotecnologia.
“O Biobank Brazil Summit é uma vitrine de ativos estratégicos que podem acelerar o desenvolvimento sustentável. Nosso objetivo é conectar biobancos de diferentes segmentos para fortalecer o ecossistema brasileiro e mostrar o enorme potencial do país em transformar seus recursos biológicos em inovação”, destaca Viviane Ferreira, head do portfólio Life Science da NürnbergMesse Brasil, organizadora do evento.
A programação contou com especialistas de destaque que abordaram temas como conservação da biodiversidade, segurança alimentar, regulamentação, ética e oportunidades de negócios. Entre os nomes confirmados estão Emma Snapes, fundadora e consultora estratégica global em biobancos na BioConsulting; Luiz Gustavo Pacheco, coordenador de Recursos Genéticos para Alimentação e Agricultura do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Thomaz Fronzaglia, analista do Ministério do Planejamento e Orçamento e Marcio Miranda, do Centro de Bionegócios da Amazônia.
A realização do evento foi uma iniciativa da NürnbergMesse Brasil em parceria com a Bioquallis Consultoria. "O encontro busca integrar o ecossistema de biobancos em uma estratégia comum, que dialogue de forma transversal com toda a cadeia de amostras biológicas, desde microrganismos até material humano", complementa Paulo Holanda, diretor da Bioquallis.
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